Sobre o Festival

O ZêzereArts é um festival de música clássica que acontece anualmente durante o verão, tipicamente ao longo de duas a três semanas entre finais de julho e início de agosto, na região do Médio Tejo, em Portugal.

Em 2026, o festival celebra o seu 16º aniversário — 16 anos durante os quais apresentou mais de 200 performances, sempre de entrada livre.

O ZêzereArts recebe músicos de vários perfis: jovens instrumentistas de cordas e sopros, solistas e coralistas em fases avançadas da sua formação ou já em actividade profissional. Durante a residência, decorrem ensaios intensivos — individuais, de câmara, corais e orquestrais — que culminam em concertos públicos, apresentados em espaços patrimoniais da região: monumentos, conventos e igrejas como o Convento de Cristo ou o Mosteiro da Batalha. Durante o festival, o público pode assistir a pelo menos um concerto por dia.

O conceito combina rigor pedagógico com performance de alta qualidade, num ambiente animado e positivo característico de um festival de verão. Profissionais e estudantes avançados trabalham e apresentam-se em conjunto — algo que está no centro do conceito do festival e define a sua atmosfera singular.

Jovens instrumentistas de cordas e sopros, portugueses e internacionais, têm estudado intensivamente com professores de grande prestígio como Ilya Grubert, Ophélie Gaillard, Jirí Hudec ou Katherine Rawdon, apresentando o seu repertório de concerto com a orquestra do festival — numa tradição em que professores e estudantes fazem música em conjunto.

Ao longo dos anos, o ZêzereArts tem atraído músicos de toda a Europa, mas também de Hong Kong, dos Estados Unidos da América e do Brasil. A esta presença internacional junta-se uma forte participação local: músicos da região que integram os programas do festival, e um público fiel composto maioritariamente por habitantes da região, que recebe o festival com entusiasmo crescente.

É a atmosfera ideal para estudantes e jovens profissionais desenvolverem as suas capacidades e enriquecerem o currículo; para performers ou professores já estabelecidos se actualizarem, experimentarem repertório novo ou simplesmente reencontrarem o prazer de fazer música num contexto intensivo; e ainda para amadores de qualidade viverem uma experiência de alto nível. A residência intensiva engloba aulas individuais, ensaios de música de câmara, ensaios corais e orquestrais.

O festival integra ainda produções operáticas, que quando presentes na programação, são preparadas e encenadas durante a própria residência. As produções já realizadas incluem Die Zauberflöte, Cosí fan Tutte, Don Giovanni e Le Nozze di Figaro (Mozart), Street Scene (Kurt Weill), Giulio Cesare (Handel) e La Cenerentola (Rossini).

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Logo preto e branco com uma letra P grande, com a palavra 'público' na vertical ao lado esquerdo.

FAQ

Ficha Técnica

Direção Artística e Pedagógica Brian MacKay, Luís Pacheco Cunha
Produção Francisco Viana, Élio Correia, Aoife Hiney, Briony Andrews, Tomás MacKay
Marketing, Comunicação e Design Gráfico Luís Garção Silva
Monitores Ana Sofia Saraiva, Carlos Ferreiro, Pedro Martins